- Poe, que nome mais gay.
- Deixe meu antepassado de fora disso.
- porra Poe, você veio de uma família ilustre, um cara escritor altamente foda e decide fazer engenharia civil?
- é...
- que merda cara.
- merda? puta que pariu, só é porque o tio Edgar fez sucesso escrevendo não quer dizer que eu tenha que seguir a carreira dele.
- eu sei, estou apenas aterrorizando sua mente, você é um desastre escrevendo, iria literalmente foder com o nome Poe, principalmente depois daquele "saúde" com cê cedilha.
- eu estava destraído, acontece.
- você não vai falar isso quando um prédio de 40 andares desmoronar e matar mais de 80 famílias... a distração pode ser perigosa.
- 80 vidas não é tão grande assim. comparado a uma.
- como assim?
- ouviu isso?
- não.
- eu ouvi.
- Poe, você está me assustando.
A luz apaga, gritos abafados ecoam pelo o local, barulho de mobília quebrada, muito som de "splish splash", como se sangue estivesse jorrando na parede e no chão, e se misturando com a sujeira dos tênis dos envolvidos naquele ato violento altamente sem sentido.
Quando a luz acende de novo, Poe está no chão morto, com a garganta cortada, a camisa rasgada e a braguilha desabotoada, colocando seu pênis à mostra, em estado de semi ereção.
- viadinho do caralho.
Franco Larbelo - Nunca acredite em nenhum Poe, da Série ???
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
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